Você sabia que o Brasil lidera o ranking mundial de transtornos de ansiedade segundo a Organização Mundial da Saúde?
São 9,3% da população quase 18,6 milhões de brasileiros vivendo com algum transtorno de ansiedade, de acordo com o relatório Global Health Estimates da OMS. Para comparar: a média global é de 3,6%.
Em depressão, ficamos em segundo lugar nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, com 5,8% da população afetada cerca de 11,7 milhões de pessoas.
Esses números já eram alarmantes antes da pandemia. Depois dela, a OMS documentou um aumento global de 25% na prevalência de ansiedade e depressão, com o Brasil entre os países mais impactados.
O que isso significa na prática para quem trabalha com gestão de riscos psicossociais?
Significa que quando você entra numa empresa cliente para fazer o diagnóstico, as chances de encontrar colaboradores em sofrimento psíquico são estatisticamente altíssimas. Não é exceção é regra.
E a nova NR-1 obriga que essa realidade seja mapeada, registrada no PGR e tratada com medidas preventivas e corretivas.
A questão não é se a empresa tem risco psicossocial. É QUAL É A MAGNITUDE e o que ela está fazendo a respeito.
💬 Na sua visão, as empresas estão preparadas para identificar e prevenir os riscos psicossociais no ambiente de trabalho? Comente aqui👇