OS NÚMEROS QUE SEU CLIENTE PRECISA OUVIR!
Como justificar a gestão de riscos psicossociais para uma empresa que ainda acha que “saúde mental é tema de RH”?
Com dados.
Em 2024, o Brasil registrou mais de 472 mil concessões de benefícios por incapacidade temporária (B31) relacionados a transtornos mentais e comportamentais um salto de 68% em relação aos 288 mil de 2023, segundo dados do INSS compilados pelo Ministério da Previdência Social.
Os CIDs mais frequentes: F41 (transtorno de ansiedade generalizada), F32 (episódio depressivo) e F43 (reação ao estresse grave). Juntos, representam mais de 60% dos afastamentos da categoria.
Traduzindo: cada afastamento gera custo direto (benefício previdenciário, substituição, horas extras do time restante) e indireto (queda de produtividade da equipe, clima organizacional deteriorado, risco de ação trabalhista).
Na prática, quando você apresenta esses números para o RH ou para a diretoria de uma empresa cliente, a conversa muda de “precisamos mesmo fazer isso?” para “quando começamos?”.
É exatamente por isso que dominar o diagnóstico de riscos psicossociais e saber traduzir dados em urgência é o que diferencia quem implementa de quem só conhece a norma.
Agora conta pra gente você já usou dados como esses em alguma apresentação para cliente? 👇